Cientistas descobriram o mais antigo instrumento musical do mundo na China. É uma flauta feita de osso extraído da asa de uma ave há mais de nove mil anos atrás. O artefato ainda funciona, produzindo seu agradável e peculiar som.
sábado, 3 de março de 2012
O mais antigo intrumento musical já encontrado no mundo é uma flauta
Cientistas descobriram o mais antigo instrumento musical do mundo na China. É uma flauta feita de osso extraído da asa de uma ave há mais de nove mil anos atrás. O artefato ainda funciona, produzindo seu agradável e peculiar som.
Gênero lírico
01) O gênero lírico na maioria das vezes é expresso pela:
a) Poesia.
b) Jornal.
c) Cinema.
d) Show.
e) Novela.
b) Jornal.
c) Cinema.
d) Show.
e) Novela.
02) Eneassílabo são versos que possuem:
a) Sete sílabas poéticas.
b) Nove sílabas poética.
c) Cinco sílabas poética.
d) Dez sílabas poéticas.
e) doze sílabas poéticas.
b) Nove sílabas poética.
c) Cinco sílabas poética.
d) Dez sílabas poéticas.
e) doze sílabas poéticas.
03) Soneto é um texto lírico formado por:
a) 10 versos.
b) 12 versos.
c) 13 versos.
d) 14 versos.
e) 11 versos.
b) 12 versos.
c) 13 versos.
d) 14 versos.
e) 11 versos.
04) A semelhança de sons que ocorre no final dos versos é chamada de:
a) Canção.
b) Metrificação.
c) Escansão.
d) Rima.
e) Metro.
b) Metrificação.
c) Escansão.
d) Rima.
e) Metro.
05) O esquema de rimas AABB; ABAB; ABBA, são respectivamente:
a) emparelhadas, intercaladas ou cruzadas, interpoladas.
b) alternadas, cruzadas, interpoladas.
c) Cruzadas, emparelhadas, mistas.
d) Emparelhadas, interpoladas e cruzadas.
e) Interpoladas, emparelhadas, cruzadas.
b) alternadas, cruzadas, interpoladas.
c) Cruzadas, emparelhadas, mistas.
d) Emparelhadas, interpoladas e cruzadas.
e) Interpoladas, emparelhadas, cruzadas.
06) Segundo Aristóteles, os gêneros literários são geralmente divididos em:
a) Real, ficção e comédia.
b) Narrativo, lírico e dramático.
c) Circo, Novela e teatro.
d) Real, sonho e filme.
e) Narrativo, subjetivo e adjetivo.
b) Narrativo, lírico e dramático.
c) Circo, Novela e teatro.
d) Real, sonho e filme.
e) Narrativo, subjetivo e adjetivo.
07) Leia o verso:
“Distante o meu amor, se me afigura
O amor como um patético tormento
Pensar nele é morre de desventura
Não pensar é matar meu pensamento.”
O esquema de rima apresentado no verso é:
a) Mística
b) Cruzada.
c) Emparelhada.
d) Interpolada.
e) Alternada.
b) Cruzada.
c) Emparelhada.
d) Interpolada.
e) Alternada.
terça-feira, 28 de junho de 2011
sexta-feira, 7 de maio de 2010
COLUNA PRESTES
1- O que foi a Coluna Prestes?
2- O que ficou conhecido como a grande marcha?
3- Quem são os membros da coluna prestes. Comente sobre cada um deles
4- Por que as mulheres foram proibidas nos destacamentos?
5- Quais eram as lendas contadas sobre a coluna?
6- Por que a Coluna foi mal recebida na maioria dos estados?
7- Quem era Olga Benário e o que aconteceu com ela?
8- Assim como tudo na vida a Coluna Prestes também tinha um objetivo. Comente o que se fala sobre isso.
2- O que ficou conhecido como a grande marcha?
3- Quem são os membros da coluna prestes. Comente sobre cada um deles
4- Por que as mulheres foram proibidas nos destacamentos?
5- Quais eram as lendas contadas sobre a coluna?
6- Por que a Coluna foi mal recebida na maioria dos estados?
7- Quem era Olga Benário e o que aconteceu com ela?
8- Assim como tudo na vida a Coluna Prestes também tinha um objetivo. Comente o que se fala sobre isso.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
CURIOSIDADES
Euclides da Cunha, Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo (SP). A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, por via das dúvidas, abandonou a carreira de engenheiro.
O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.
O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.
CANUDOS - FANATISMO OU LUTA PELA TERRA?
TRABALHO DE LITERATURA – II
1- Explique o título da obra: Canudos: Fanatismo ou luta pela terra? De Renato Mocellin usando a explicação dada por Euclides da Cunha no original da obra intitulada: Os Sertões.
2- Como se encontrava o Nordeste na época do surgimento de Canudos?
3- Muitos soldados ao degolarem os sertanejos gritavam – “Viva a república!” Por que isso acontecia? Explique.
4- Analise a biografia de Antônio conselheiro e responda: Por que as autoridades o consideravam louco se a população via nele um santo?
5- A localização de canudos contribuiu para que o sertanejo pudesse sustentar a resistência de canudos? Explique.
6- Comente as quatro expedições realizadas contra Canudos.
7- Em quantas partes está dividida a obra: Os sertões que originou: Canudos: Fanatismo ou luta pela terra? Explique cada uma das partes.
8- Os sertanejos resistiram até o fim segundo Euclides da Cunha. Como termina essa história.
9- Como surgiu a primeira favela no Brasil?
10- Que lição é deixada por Canudos ao povo brasileiro?
1- Explique o título da obra: Canudos: Fanatismo ou luta pela terra? De Renato Mocellin usando a explicação dada por Euclides da Cunha no original da obra intitulada: Os Sertões.
2- Como se encontrava o Nordeste na época do surgimento de Canudos?
3- Muitos soldados ao degolarem os sertanejos gritavam – “Viva a república!” Por que isso acontecia? Explique.
4- Analise a biografia de Antônio conselheiro e responda: Por que as autoridades o consideravam louco se a população via nele um santo?
5- A localização de canudos contribuiu para que o sertanejo pudesse sustentar a resistência de canudos? Explique.
6- Comente as quatro expedições realizadas contra Canudos.
7- Em quantas partes está dividida a obra: Os sertões que originou: Canudos: Fanatismo ou luta pela terra? Explique cada uma das partes.
8- Os sertanejos resistiram até o fim segundo Euclides da Cunha. Como termina essa história.
9- Como surgiu a primeira favela no Brasil?
10- Que lição é deixada por Canudos ao povo brasileiro?
sábado, 1 de maio de 2010
Pré- modernismo apostila dos slids - 2a série U
Pré-Modernismo
O que se convencionou em chamar de Pré-Modernismo, no Brasil, não constitui uma escola literária.
Na realidade, Pré-Modernismo é um termo genérico que designa toda uma vasta produção literária que caracterizaria os primeiros vinte anos deste século. Aí vamos encontrar as mais variadas tendências e estilos literários, desde os poetas parnasianos e simbolistas, que continuavam a produzir, até os escritores que começavam a desenvolver um novo regionalismo, outros preocupados com uma literatura política e outros, ainda, com propostas realmente inovadoras.
Por apresentarem uma obra significativa para uma nova interpretação de realidade brasileira, bem como pelo valor estilístico, limitaremos o Pré-Modernismo ao estudo de Euclides da Cunha, Lima Barreto, Graça Aranha, Monteiro Lobato e Augusto dos Anjos.
Período
1902 - 1922
Os Sertões de Euclides da Cunha
Canaã de Graça Aranha
Semana de Arte Moderna
Apesar de o Pré-Modernismo não constituir uma escola literária, apresentando individualidades muito fortes, com estilos às vezes antagônicas- como é o caso, por exemplo, de Euclides da Cunha e Lima Barreto -, podemos perceber alguns pontos em comum entre as principais obras pré-modernistas:
Apesar de alguns conservadorismos, são obras inovadoras, apresentando uma ruptura com o passado, com o academismo; a linguagem de Augusto dos Anjos, ponteadas de palavras "não poéticas" como cuspe, vômito, escarro, vermes, era uma afronta à poesia parnasiana ainda em vigor;
"Já o verme — este operário das ruínas — / Que o sangue podre das carnificinas / Come e à vida em geral declara guerra"
Características
A denúncia da realidade brasileira, negando o Brasil literário herdado de Romantismo e Parnasianismo; o Brasil não oficial do sertão nordestino, dos caboclos interioranos, dos subúrbios, é o grande tema do Pré-Modernismo;
O regionalismo, montando-se um vasto painel brasileiro: o Norte e Nordeste com Euclides da Cunha; o Vale do Paraíba e o interior paulista com Monteiro Lobato; o Espírito do Santo com Graça Aranha; o subúrbio carioca com Lima Barreto;
Os tipos humanos marginalizados: o sertanejo nordestino, o caipira, os funcionários públicos, os mulatos;
Ligação com fatos políticos, econômicos e sociais contemporâneos, diminuindo a distância entre a realidade e a ficção.
Autores e obras
Augusto dos Anjos (1884/1914)
Versos Íntimos
Vês! Ninguém assistiu ao formidável Enterro de tua última quimera. Somente a Ingratidão — esta pantera — Foi tua companheira inseparável! Acostuma-te à lama que te espera! O homem, que, nesta terra miserável, Mora, entre feras, sente inevitável Necessidade de também ser fera. Toma um fósforo. Acende teu cigarro! O beijo, amigo, é a véspera do escarro, A mão que afaga é a mesma que apedreja. Se a alguém causa inda pena a tua chaga, Apedreja essa mão vil que te afaga, Escarra nessa boca que te beija!
Graça Aranha (1866/1931)
"Tudo o que vês, todos os sacrifícios, todas as agonias, todas as revoltas, todos os martírios são formas errantes de Liberdade. E essas expressões desesperadas, angustiosas, passam no curso dos tempos, morrem passageiramente, esperando a hora da ressurreição... Eu não sei se tudo o que é vida tem um ritmo eterno, indestrutível, ou se é informe e transitório... Os meus olhos não atingem os limites inabordáveis do Infinito, a minha visão se confina em volta de ti [...] Eu te suplico, a ti e à tua ainda inumerável geração, abandonemos os nossos ódios destruidores, reconciliemo-nos antes de chegar ao instante da Morte..."
Lima Barreto (1881/1922)
Em todos os seus romances, percebe-se traço autobiográfico, principalmente através de personagens negros ou mestiços que sofrem preconceitos. Mostra um perfeito retrato do subúrbio carioca, criticando a miséria das favelas e dos cortiços. Posiciona-se contra o nacionalismo ufanista, a educação recebida pelas mulheres, voltada para o casamento, e a República com seu exagerado militarismo. Utiliza-se da alta sociedade para desmascará-la, desmitificá-la em sua banalidade. Seus personagens são humildes funcionários públicos, alcoólatras e miseráveis.. Sua linguagem é jornalística e até panfletária.
Monteiro Lobato (1882/1948)
Negrinha abriu aboca, como o cuco, e fechou os olhos. A patroa, então, com uma colher, tirou da água “pulando” o ovo e zás! na boca da pequena. E antes que o urro de dor saísse, suas mãos amordaçaram-na até que o ovo arrefecesse. Negrinha urrou surdamente, pelo nariz. Esperneou. Mas só. Nem os vizinhos chegaram a perceber aquilo.
Euclides da Cunha (1866/1909)
"Não há um só homem de coração bem formado que não se sinta confrangido ao contemplar o doloroso quadro oferecido pelas sociedades atuais com sua moral mercantil e egoísta"
O que se convencionou em chamar de Pré-Modernismo, no Brasil, não constitui uma escola literária.
Na realidade, Pré-Modernismo é um termo genérico que designa toda uma vasta produção literária que caracterizaria os primeiros vinte anos deste século. Aí vamos encontrar as mais variadas tendências e estilos literários, desde os poetas parnasianos e simbolistas, que continuavam a produzir, até os escritores que começavam a desenvolver um novo regionalismo, outros preocupados com uma literatura política e outros, ainda, com propostas realmente inovadoras.
Por apresentarem uma obra significativa para uma nova interpretação de realidade brasileira, bem como pelo valor estilístico, limitaremos o Pré-Modernismo ao estudo de Euclides da Cunha, Lima Barreto, Graça Aranha, Monteiro Lobato e Augusto dos Anjos.
Período
1902 - 1922
Os Sertões de Euclides da Cunha
Canaã de Graça Aranha
Semana de Arte Moderna
Apesar de o Pré-Modernismo não constituir uma escola literária, apresentando individualidades muito fortes, com estilos às vezes antagônicas- como é o caso, por exemplo, de Euclides da Cunha e Lima Barreto -, podemos perceber alguns pontos em comum entre as principais obras pré-modernistas:
Apesar de alguns conservadorismos, são obras inovadoras, apresentando uma ruptura com o passado, com o academismo; a linguagem de Augusto dos Anjos, ponteadas de palavras "não poéticas" como cuspe, vômito, escarro, vermes, era uma afronta à poesia parnasiana ainda em vigor;
"Já o verme — este operário das ruínas — / Que o sangue podre das carnificinas / Come e à vida em geral declara guerra"
Características
A denúncia da realidade brasileira, negando o Brasil literário herdado de Romantismo e Parnasianismo; o Brasil não oficial do sertão nordestino, dos caboclos interioranos, dos subúrbios, é o grande tema do Pré-Modernismo;
O regionalismo, montando-se um vasto painel brasileiro: o Norte e Nordeste com Euclides da Cunha; o Vale do Paraíba e o interior paulista com Monteiro Lobato; o Espírito do Santo com Graça Aranha; o subúrbio carioca com Lima Barreto;
Os tipos humanos marginalizados: o sertanejo nordestino, o caipira, os funcionários públicos, os mulatos;
Ligação com fatos políticos, econômicos e sociais contemporâneos, diminuindo a distância entre a realidade e a ficção.
Autores e obras
Augusto dos Anjos (1884/1914)
Versos Íntimos
Vês! Ninguém assistiu ao formidável Enterro de tua última quimera. Somente a Ingratidão — esta pantera — Foi tua companheira inseparável! Acostuma-te à lama que te espera! O homem, que, nesta terra miserável, Mora, entre feras, sente inevitável Necessidade de também ser fera. Toma um fósforo. Acende teu cigarro! O beijo, amigo, é a véspera do escarro, A mão que afaga é a mesma que apedreja. Se a alguém causa inda pena a tua chaga, Apedreja essa mão vil que te afaga, Escarra nessa boca que te beija!
Graça Aranha (1866/1931)
"Tudo o que vês, todos os sacrifícios, todas as agonias, todas as revoltas, todos os martírios são formas errantes de Liberdade. E essas expressões desesperadas, angustiosas, passam no curso dos tempos, morrem passageiramente, esperando a hora da ressurreição... Eu não sei se tudo o que é vida tem um ritmo eterno, indestrutível, ou se é informe e transitório... Os meus olhos não atingem os limites inabordáveis do Infinito, a minha visão se confina em volta de ti [...] Eu te suplico, a ti e à tua ainda inumerável geração, abandonemos os nossos ódios destruidores, reconciliemo-nos antes de chegar ao instante da Morte..."
Lima Barreto (1881/1922)
Em todos os seus romances, percebe-se traço autobiográfico, principalmente através de personagens negros ou mestiços que sofrem preconceitos. Mostra um perfeito retrato do subúrbio carioca, criticando a miséria das favelas e dos cortiços. Posiciona-se contra o nacionalismo ufanista, a educação recebida pelas mulheres, voltada para o casamento, e a República com seu exagerado militarismo. Utiliza-se da alta sociedade para desmascará-la, desmitificá-la em sua banalidade. Seus personagens são humildes funcionários públicos, alcoólatras e miseráveis.. Sua linguagem é jornalística e até panfletária.
Monteiro Lobato (1882/1948)
Negrinha abriu aboca, como o cuco, e fechou os olhos. A patroa, então, com uma colher, tirou da água “pulando” o ovo e zás! na boca da pequena. E antes que o urro de dor saísse, suas mãos amordaçaram-na até que o ovo arrefecesse. Negrinha urrou surdamente, pelo nariz. Esperneou. Mas só. Nem os vizinhos chegaram a perceber aquilo.
Euclides da Cunha (1866/1909)
"Não há um só homem de coração bem formado que não se sinta confrangido ao contemplar o doloroso quadro oferecido pelas sociedades atuais com sua moral mercantil e egoísta"
Assinar:
Postagens (Atom)